
O termo “terror” vem sendo usado erroneamente desde a administração Reagan (1981-1989) como todo ato contrário à segurança das potências dominantes. Esse termo foi originado na Revolução Francesa, no período compreendido entre setembro de 1793 e março de 1794, caracterizado pela violência e pelas execuções utilizadas pelos revolucionários.
Sempre existiu em todos os países, movimentos de resistência contra invasões estrangeiras e, hoje mais do que nunca. Organizações como o Hamas, Hezbolah e Fatah, se enquadram na definição desses movimentos, como bem se auto-intitulou o Hamas (Movimento de Resistência Islâmica). Modelos como estes existiram durante muito tempo na América Central, como a (Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional) em El Salvador e, a (Frente Sandinista de Libertação Nacional), na Nicarágua. Movimentos como estes persistem no continente Africano.
Estes grupos lutam pelo direito de existirem em seu solo, que é base real da política, tem um papel importantíssimo na definição de um povo que passa pela existência em uma área de fronteiras consolidadas, representando habitação, sobrevivência e, a luta pela libertação nacional. Para boa parte do povo árabe, estas são ações de legitima defesa da soberania. Homens que defendem com a própria vida o direito de existir, no caso o povo palestino, que freqüentemente se alistam nas fileiras da militância árabe contra a invasão estrangeira do Estado de Israel.
Pelas constantes injustiças que nesse caso ocorre no oriente médio, observamos a população israelense, que o cidadão não observa o conflito pelo ângulo da política internacional, mas tão somente pela agressão e violência generalizada. No entanto, um alento coloca novos ares na região através de pesquisa publicada pelo jornal israelense Haaretz, revelando que o povo israelense demonstra exaustão por uma guerra que já dura mais do que a data da fundação do Estado de Israel.
Essa é uma guerra que não há perdedores ou vencedores. O fim dos conflitos na região passa pelo reconhecimento do Estado de Israel, do direito de existir dos povos árabes na região, com soberania, inclusive a volta dos refugiados palestinos e a retirada dos assentamentos judaicos ilegais, com a definição de uma capital árabe e o status definitivo sobre Jerusalém. A usurpação de Israel sobre as terras dos palestinos é um verdadeiro terror, quando do outro lado, eles se defendem com paus e pedras num combate desigual. Evidenciado ao enorme constrangimento que passa a população palestina, tendo suas casas invadidas com tanques de guerra e o uso demasiado de recursos tecnológicos pela nítida prepotência do poder bélico de Israel.
Nenhum comentário:
Postar um comentário