
Os Estados Unidos continuam sendo o primeiro país a consumir e produzir drogas no mundo, enquanto seu governo se dedica a condenar os outros. Conforme informação da Junta Internacional de Fiscalização de Estupefacientes (JIFE), sinalizou que a obtenção de narcóticos alcança 10 mil toneladas anuais. Tal cifra é maior que produtos alimentícios como o trigo, o feno, os vegetais e outras rubricas.
Em 2008 detectaram ao redor de 5,3 milhões de consumidores de cocaína e seus derivados entre todos os indivíduos de 12 ou mais anos de idade, o que significa 2,1% da população estadunidense, o que consumiram simplesmente um terço da produção mundial, conforme estudos da Organização Mundial de Saúde (OMS).
Os números demonstram que o lamentável consumo das drogas se estende pelo território norte-americano, mais de 72 milhões de habitantes admitem haver provado todo tipo de droga alguma vez. O suculento e mortal negócio deixa excelentes lucros: mais de 100 bilhões de dólares anuais se movem numa sociedade onde o consumo se anota como base do crescimento do PIB.
O estado da Califórnia é território praticamente livre para cultivar, vender e consumir maconha. Os condados de Mendocino, Chino, Trinity e Humboldt vivem da maconha e o mais interessante é que várias norma facilitam sua prosperidade, uma delas autoriza o emprego médico do produto, pretexto sob o qual crescem e circulam milhares de quilos da droga anualmente.
Uma reportagem do diário The New York de julho de 2008 revelou que só na Califórnia crescem 20 milhões de plantas de cannabis a cada ano e que sua manufatura se multiplicou por 10 entre 2004 e 2006. Hillary Clinton em declaração à CTV do Canadá reconheceu que em termos de narcotráfico “muitos dos problemas do México se devem a nós. Somos um mercado de drogas”.
Os Estados Unidos é o principal problema do narcotráfico na America Latina e Washington levanta acusações sobre o tema de drogas contra outros países. A Casa Branca joga pimenta no olho alheio e justifica assim a proliferação de bases militares na America Latina para uma mentirosa luta antidrogas, enquanto o principal problema o tem em casa. Pilotos do Departamento Antidrogas (DEA), citados por uma cadeia de televisão, expressaram que “ninguém produz maconha tão boa como a que se cultiva aqui” (nos Estados Unidos).
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